Reconstruções Maxilofaciais<

Reconstruções Maxilofaciais

São cirurgias com a finalidade de reconstrução de defeitos dos ossos faciais, criados pelas reabsorções ósseas após extrações dentárias, em cirurgias oncológicas ou como sequelas de traumatismos bucofaciais. Existe hoje uma variedade de materiais e técnicas que podem ser usados para reconstrução desses ossos, devendo-se levar em conta o tipo de deformidade, local a ser reconstruído e idade do paciente.

Veja algumas imagens

Afundamento de osso frontal

Transoperatório com enxerto de osso ilíaco

Defeito reconstruído
Placas de reconstrução
Nos casos de perdas de segmentos ósseos podemos lançar mão do uso de próteses fabricadas em titânio, isoladas ou associadas a enxertos para reconstrução e manutenção do contorno do arco mandibular. Esse tipo de reconstrução é usado nos casos pós-ressecção de tumores maxilofaciais e traumatismos com perda de substâncias.

Veja algumas imagens

Placa reconstrutora para perdas mandibulares

Reconstrução com placas e enxertia óssea.

Raio X evidenciando a reconstrução
Prototipagem
Prototipagem é o termo utilizado para designar a reprodução exata, neste caso, da região anatômica Craniofacial a ser reconstruída. Trata-se de uma técnica de planejamento onde toda a cirurgia é simulada em modelos gerados pelos exames do próprio paciente. Desta forma, é possível remodelar áreas defeituosas, remover tumores e reconstruir com placas moldadas antes mesmo da cirurgia.

Este tipo de abordagem traz mais segurança à equipe que irá realizar o ato de reconstrução, pois os defeitos são vistos e reconstruídos antes mesmo de se incisar o paciente. Isso reflete em menor tempo de cirurgia e internação, além de facilitar a recuperação pós-operatória.

Como é realizada a prototipagem:


1) O paciente terá que ser submetido a uma tomografia computadorizada da região a ser estudada


2) Essas imagens serão enviadas ao laboratório, onde há uma máquina que reproduz com riqueza de detalhes todo o defeito a ser operado ou reconstruído.


3) Após recebermos a prototipagem, inciamos o processo de cirurgia laboratorial com o material de fixação esquelética.


4) Uma vez realizado o trabalho de laboratório, toda a peça utilizada na simulação é esterilizada e levada à mesa de cirurgia para que seja transferida ao paciente.





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