Reconstrução Mamária

Com a evolução da cirurgia plástica, novas técnicas foram criadas e aperfeiçoadas para a reconstrução mamária. Na maioria das vezes, a causa para reconstrução da mesma é devido ao câncer de mama. No passado, após uma mastectomia (ressecção da mama), a paciente estava fadada a se habituar com a mutilação, tendo que simular projeção da mama retirada com moldes, soutiens específicos. No momento atual, diversas técnicas poderão ser empregadas para a reconstrução da mama e por conseguinte devolver a auto estima para a paciente.

A decisão quanto a mastectomia, que envolve a ressecção parcial ou total da mama, a associação de quimioterapia, radioterapia, cabem ao médico mastologista, ou seja, o tratamento do câncer mamário propriamente dito. O cirurgião plástico é o responsável pela reconstrução, que poderá ser parcial ou total, imediata (no mesmo tempo da mastectomia) ou tardia (em um segundo tempo cirúrgico), a depender de cada caso.

Nos casos de mastectomia radical, temos basicamente quatro técnicas que poderão ser empregadas: A reconstrução por meio de expansores teciduais mais próteses de silicone, a utilização do retalho músculo cutâneo do grande dorsal (costas) associado à prótese, a utilização do retalho músculo cutâneo do reto do abdome (abaixo do umbigo) ou então os retalhos microcirúrgicos. Seu médico saberá a melhor indicação para cada caso, o que leva em conta a idade do paciente, a evolução do câncer mamário, doenças pré-existentes, área doadora do retalho, entre outras.

O tempo de internação vai depender de cada caso, variando entre um a três dias. A anestesia é a geral. Cabe informar que a reconstrução mamária possui mais de um tempo cirúrgico; a reconstrução propriamente dita, a simetrização da mama contralateral e a confecção do complexo aréolo mamilar.

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