Câncer de Pele

O câncer de pele é uma das doenças neoplásicas mais freqüentes no Brasil. Em especial na região Sul, onde a colonização é principalmente composta de descendentes de alemães, italianos, com seu tipo de pele mais clara, associado ao fato da exposição ao sol sem proteção por vestimentas e protetores solares.

Divide-se em três tipos principais: o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma maligno.

O carcinoma basocelular é o que apresenta a evolução mais vagarosa, geralmente se localiza na face, apresenta crescimento lento, não dá metástases, ou seja, não se implanta em outras áreas do corpo e seu tratamento basicamente consiste em sua excisão.

O carcinoma espinocelular já apresenta uma evolução mais rápida, geralmente se localiza nos membros, pode dar metástase e o tratamento consiste em sua excisão; se houver metástases, podemos associar outros tratamentos específicos.

O melanoma maligno, conhecido como “mancha preta,” já possui uma evolução mais comprometedora; é um dos cânceres mais agressivos que existem, dão metástases à distância com freqüência e a quimioterapia pode ser um tratamento associado.

Em relação à reconstrução destas lesões neoplásicas, depende basicamente de seu tipo histológico, o local em que se encontram, o tamanho, podendo ser somente a excisão com sutura primária ou o uso de enxertos de pele ou retalhos. O cirurgião plástico habilitado saberá a melhor indicação.

Lembrando que sempre que se descobrir uma lesão duvidosa na pele, vale a pena uma avaliação criteriosa pelo médico especialista; quanto antes o problema for resolvido, melhor é o prognóstico da doença.

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